Guarda Municipal de Valinhos/Divulgação
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Coruja-orelhuda é achada ferida em Valinhos

Espécie não é tão rara, mas é difícil de ser vista; ave estava com asa machucada

Ricardo Brandt, O Estado de S. Paulo

26 Agosto 2013 | 16h13

CAMPINAS - De espécie não tão rara, mas difícil de ser vista, uma coruja-orelhuda foi resgatada ferida pela Guarda Municipal Ambiental de Valinhos, no interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, 26.

O animal, de nome científico Asio clamator, estava com uma das asas machucada e foi vista por moradores de um bairro em um terreno. Esse tipo de ave começou neste mês seu período de reprodução.

A coruja-orelhuda, também conhecida como coruja-gato em parte do Nordeste, por causa do penacho bem desenvolvido sobre as orelhas, vive em ninhos feitos em ocos de árvores e no chão. De médio porte - ela tem de 30 cm a 38 cm -, a coruja tem hábitos noturnos, por isso é difícil de ser vista nas cidades. 

Ela se alimenta de roedores, alguns insetos, morcegos e outras aves menores. Comum em áreas abertas, campos com árvores, cerrados, caatingas e em algumas cidades, tem importante papel no equilíbrio ambiental dos roedores. 

A coruja-orelhuda resgatada foi levada pela guarda de Valinhos para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, da organização não governamental (ONG) Mata Ciliar, em Jundiaí.

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