Conheça as espécies vítimas de tráfico internacional de animais

Entre os animais mais contrabandeados estão as araras-azuis, as jiboias, as onças-pintadas e os macacos-prego

da Redação, estadao.com.br

11 Março 2009 | 16h15

Pelo menos 72 pessoas foram presas durante operação da Polícia Federal contra o tráfico internacional de animais silvestres. São 450 policiais que cumprem 102 mandados de prisão e 140 de busca e apreensão na Operação Oxóssi, desencadeada na manhã desta quarta-feira, 11. A quadrilha de tráfico internacional vendia animais silvestres para o exterior e para o comércio em feiras do Rio. A estimativa é de que até 500 mil animais eram comercializados por ano. Dos 72 presos, 42 foram detidos no Rio.   Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças- pintadas, veados-mateiros e macacos-prego. No Rio de Janeiro o destino dos animais eram as feiras de Caxias, Honório Gurgel e Areia Branca, segundo as investigações que começaram em janeiro de 2008.   Conheça alguns dos animais contrabandeados pela quadrilha:   Foto: Divulgação Os ovos dessa ave em extinção eram vendidos pela quadrilha por 3 mil euros. O preço da arara-azul pode chegar a até US$ 60 mil na Europa e nos Estados Unidos   Foto: Divulgação Cada Jiboia era vendida pela quadrilha por até US$ 1.500   Foto: Araquém Alcantara/Divulgação A quadrilha de tráfico internacional de animais silvestres também contrabandeava a Onça-pintada   Foto: Helvio Romero/AE A quadrilha de tráfico internacional vendia animais silvestres para o exterior e para o comércio em feiras do Rio. Entre eles, o Macaco-prego   Foto: Tasso Marcelo/AE Tucano apreendido pela Polícia Federal durante Operação Oxóssi, contra o tráfico internacional de animais silvestres   Foto: Tasso Marcelo/AE Polícia também encontrou diversas Araras entre os animais apreendidos na Operação Oxóssi   Foto: Tasso Marcelo/AE Pavão ao lado de gaiolas apreendidos na Operação Oxóssi   (com informações de Pedro Dantas, de O Estado de S. Paulo e Solange Spigliatti e Rita Cirne, do estadao.com.br)

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