'Acreditamos em um número mais alto'

Luan Amim, estudante de Ciências Biológicas da UFPE e coautor da pesquisa

Entrevista com

Bruno Deiro, O Estado de S.Paulo

19 Dezembro 2012 | 02h08

Estudante de graduação do curso de Ciências Biológicas da UFPE, com ênfase em Ciências Ambientais, o estudante Luan Amim é um dos coautores da pesquisa, que servirá como trabalho de conclusão de curso.

Qual o critério para escolher as unidades a serem pesquisadas?

Analisamos as 310 unidades federais e mais de 6o0 estaduais do País. As áreas de administração municipal não foram incluídas pela falta de uma legislação unificadora, o que dificulta a identificação destas unidades. Optamos ainda por avaliar apenas os territórios localizados no interior das unidades de conservação. As regiões no entorno ficaram de fora.

Os resultados obtidos foram dentro do esperado?

Na verdade, esperávamos até uma quantidade maior de ações de redução. Acreditamos que haja um número ainda mais alto. Esses foram os processos que pudemos verificar com as informações disponíveis em bancos de dados e nas pesquisas que fizemos. Não encontramos nenhum levantamento anterior, feito por outra instituição, que tenha produzido uma avaliação parecida desses tipos de ação.

Quanto tempo durou o estudo?

Foram quatro meses de coleta de dados, entre o início de julho e o fim de outubro. Os dados mais difíceis de serem obtidos foram nas unidades criadas há mais tempo, que tinham poucos registros. Já os locais na região amazônica são os que têm dados mais atualizados.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.