MST E AMBIENTALISTAS: UMA PARCERIA DESTRUTIVA
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MST E AMBIENTALISTAS: UMA PARCERIA DESTRUTIVA

Dener Giovanini

11 Setembro 2011 | 20h42

Quando florestas são derrubadas, áreas de preservação destruídas, projetos de pesquisa e conservação aniquilados e animais silvestres caçados indiscriminadamente, os ecologistas de plantão reagem indignados. Berram, protestam e mostram dedos acusadores para os destruidores ambientais. Parabéns, é isso o que se espera deles.

O negócio só muda de figura quando quem promove a barbárie ambiental é o Movimento dos Sem Terras – MST. Quando o algoz ambiental é o MST a maioria dos ambientalistas se cala, finge que não está vendo e, pior, procura desculpas esfarrapadas para justificar os atos dos “excluídos”.

Francamente. É uma vergonha constatar que grande parte do movimento ambientalista brasileiro tem duas caras. Muitos ecologistas (ainda bem que não são todos) possuem critérios diferentes para julgar os crimes contra o meio ambiente. Depende, principalmente, da mão que segura o machado.

Os danos ambientais causados pelo MST são enormes. Os assentamentos na Amazônia parecem pragas. O Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, sofre perdas imensuráveis nas mãos dos assentados. No Paraná, a Fazenda das Cobras – enorme reserva de mata nativa – foi devastada por causa dos desmatamentos e queimadas promovidos pelo MST.

E esses casos são, infelizmente, pequenos exemplos da destruição ambiental que vem sendo promovida pelo MST.

É, de fato, uma vergonha.

Brasília - Marina Silva recebe boné de integrante do MST ao participar da programação do Acampamento Nacional pela Reforma Agrária Foto: Wilson Dias/ABr